A ministra Damares Alves deverá ser receber, na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), a Comenda 2 Julho. No projeto de resolução, que concede a honraria, o deputado Samuel Jr. (PDT) afirma que a homenagem ocorre “em oportuno reconhecimento à sua competência e dedicação às questões sociais”. 


Conforme justifica o parlamentar, “aos 13 anos de idade, Damares começou a realizar ações de combate à fome e à sede de crianças no sertão da Bahia”, sendo “referência no combate à pedofilia e na proteção da infância”.
A ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos “faz parte de movimentos de combate à violência sexual de crianças e adolescentes, dentre eles o Programa Infância Protegida e o Projeto Proteger”, destaca o parlamentar ao historiar a trajetória da homenageada, que ainda na década de 80 “se envolveu na luta contra o aborto, na defesa dos direitos das mulheres pescadoras e trabalhadoras do campo”. Dez anos depois, ela “percebeu a necessidade de atuar juridicamente em defesa da vida, da família e da infância”. Damares Alves é pedagoga, advogada e pastora evangélica.


Ainda de acordo com a proposição de Samuel Jr., a ministra também atua na área da adoção. “Com o Projeto Adota Brasil, Damares busca melhorar e agilizar os processos de adoção no Brasil”. O pedetista destaca que, “por causa de abusos sexuais sofridos na infância”, ela “foi impossibilitada de gerar um filho e recorreu à adoção”. Damares Alves é mãe de uma menina indígena.


Além disso, é representante, no Brasil, da ONG internacional Atini – Voz Pela Vida, que cuida dos direitos das crianças indígenas, e lidera o Movimento Nacional Brasil Sem Drogas, que “atua prevenindo o consumo das drogas no País”. Na mesma linha, “ajudou a fundar o Movimento Brasil Sem Azar, “que quer impedir a legalização dos jogos de azar”.
Segundo Samuel Jr., o mais recente trabalho da homenageada trata da prevenção e conscientização sobre automutilação e suicídio de crianças e jovens. A concessão da Comenda, além de ser um reconhecimento “à competência e dedicação” de Damares Alves, amplia “sua força de atuação frente ao Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos”, conclui o pedetista.

Fonte: ALBA

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